Pix é seguro? Conheça as 4 medidas de proteção

O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central do Brasil, que tem como um de seus principais atrativos a segurança nas transações financeiras. Desde seu lançamento, o Banco Central tem adotado mecanismos rigorosos para garantir que as transações sejam seguras e confiáveis. 

Mesmo com sua crescente popularidade, muitas pessoas ainda se perguntam se o Pix é seguro. É importante ressaltar que o Banco Central utiliza diversos mecanismos para garantir a segurança do sistema, tornando-o uma opção confiável para realizar transações financeiras.

Se você ainda não sabe como o Pix funciona, basta ter uma conta bancária e acesso ao aplicativo do banco ou plataforma financeira, informar o valor a ser transferido, selecionar a chave Pix do destinatário e confirmar a transação. Essas transferências são gratuitas, instantâneas e podem ser realizadas 24 horas por dia, a qualquer dia da semana. 

É válido destacar que o Pix não é exclusivo para os bancos tradicionais, sendo possível realizar transações também em plataformas financeiras, como o RecargaPay que permite também, parcelar o valor do Pix em até 12 vezes no cartão de crédito.

Neste artigo, iremos abordar mais detalhadamente alguns aspectos que garantem a segurança do Pix, como a confirmação de identidade do usuário, a criptografia dos dados, o limite de valor de transferência e os mecanismos de monitoramento antifraude. Acompanhe:

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H2: 1) O sistema confirma de identidade do usuário

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Um dos mecanismos de segurança adotados pelo Pix é a confirmação de identidade do usuário a cada transferência. Todos os usuários precisam se identificar antes de fazer um Pix, seja por meio da senha do banco ou por biometria, por exemplo

Essa medida tem como objetivo garantir que apenas o titular da conta realize a transação, o que evita fraudes e transações não autorizadas. Além disso, os dados enviados para o recebedor após a transação funcionam como um comprovante de recebimento, o que aumenta a confiabilidade do sistema. 

Essa comprovação de recebimento pode ser feita por meio da apresentação de um QR Code ou da exibição de informações sobre a transação, como valor e data. Isso faz com que, tanto quem envia, quanto quem recebe a transferência tenha certeza de que a transação foi realizada com sucesso e de forma segura.

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H2: 2) Os dados são criptografados

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Outra importante medida de segurança do Pix é a criptografia dos dados. Quando uma transferência é realizada, as informações são codificadas para que apenas o destinatário possa decifrá-las. Isso significa que, mesmo que algum hacker ou pessoa mal-intencionada tente interceptar a transação, não conseguirá acessar as informações transferidas.

Além disso, as informações criptografadas garantem a identificação do usuário, o que aumenta ainda mais a segurança do sistema. Dessa forma, tanto quem envia quanto quem recebe a transferência tem a garantia de que as informações são confiáveis e autênticas.

De acordo com o Banco Central, o sistema de criptografia do Pix é extremamente seguro e é baseado em padrões internacionais de segurança da informação. Os dados transferidos pelo Pix são codificados em alta resolução, o que torna muito difícil que alguém consiga decifrá-los ou acessá-los sem autorização.

As informações criptografadas do Pix são uma importante medida de segurança que dão mais confiança tanto para quem envia quanto para quem recebe as transferências. O sistema é muito seguro e confiável, o que tem sido comprovado pelo grande número de usuários que utilizam o Pix diariamente em suas transações financeiras.

H2: 3) Limite o valor de transferência pelo Pix

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Os limites do Pix são outras medidas que visam evitar transações fraudulentas ou de valores muito altos, o que poderia prejudicar os usuários em caso de problemas. Esses limites incluem um limite mensal, um limite diário e um limite noturno. 

O limite mensal é o valor máximo que uma pessoa pode transferir em um único mês pelo sistema Pix. Já o limite diário é o valor máximo que pode ser transferido em um único dia. O limite noturno, por sua vez, é o valor máximo que pode ser transferido durante o período noturno (entre 20h e 6h).

No início deste ano, o Banco Central fez algumas mudanças nos limites do Pix. O limite diário foi mantido em R$ 1.000 para transferências entre pessoas físicas e empreendedores individuais, mas foi ampliado para R$ 4.000 para transferências entre empresas, governos e outras instituições. 

Já o limite mensal foi ampliado de R$ 5.000 para R$ 10.000 para pessoas físicas. Vale ressaltar que, embora o Banco Central tenha definido esses valores, fica a critério de cada instituição definir quanto vai liberar de acordo com cada perfil. 

O limite noturno foi mantido em R$ 1.000 mas, assim como qualquer um dos limites citados, pode ser personalizado para cada chave Pix e cada banco utilizado. Além disso, os usuários podem alterar o horário noturno que começa às 20, para às 22, caso seja necessário. 

Para solicitar a alteração de qualquer um dos limites do Pix, basta seguir o passo a passo:

  • Entre em contato com a sua instituição financeira
  • Informe os dados necessários 
  • Solicite o aumento ou a redução do limite em questão
  • Aguarde a conclusão 

Embora as solicitações para a redução do limite sejam atendidas imediatamente, caso você queira aumentar, é importante saber que o banco tem até 48 horas para concluir a análise e aprovar, ou não, o aumento.

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H2: 4) Mecanismos de monitoramento antifraude

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Um dos principais mecanismos de segurança do Pix são os de monitoramento antifraude implementados pelo Banco Central. Esses mecanismos visam identificar transações suspeitas e impedir que fraudes sejam realizadas.

Para isso, os bancos e instituições financeiras que oferecem o serviço de Pix devem adotar medidas de segurança que permitam identificar e prevenir tentativas de fraude. Entre essas medidas, estão a verificação de comportamentos e transações suspeitas, o bloqueio de transações que excedam os limites estabelecidos pelo Banco Central e a adoção de tecnologias de detecção de fraudes em tempo real.

Além disso, o Banco Central também criou o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que pode ser utilizado pelos usuários para solicitar a devolução de valores enviados de forma indevida ou fraudulenta. 

Para utilizar o MED, o usuário deve entrar em contato com o banco ou instituição financeira em que possui conta e solicitar a devolução do valor, para isso, é fundamental passar todos os detalhes possíveis sobre a transação e como aconteceu a fraude ou golpe. 

O banco, por sua vez, deve acionar o banco do recebedor para que o valor seja devolvido ao usuário. O prazo para a devolução do valor pode variar de acordo com as regras estabelecidas por cada instituição financeira. 

É importante ressaltar que o MED deve ser utilizado apenas em casos de fraude ou erro na transação, e não em situações em que o usuário tenha se arrependido da transferência realizada.

H2: Como funciona o sistema de segurança do Pix?

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O sistema de segurança do Pix utiliza diversos mecanismos para proteger os usuários de fraudes e transações indevidas. O Banco Central estabelece limites de valor para as transações, tanto diárias quanto mensais, e implementa mecanismos de monitoramento antifraude, que buscam identificar e prevenir tentativas de fraude. Além disso, as informações enviadas pelos usuários são criptografadas, garantindo a segurança das transações.

Para garantir ainda mais segurança, o Banco Central criou o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que pode ser acionado pelos usuários em caso de golpes ou fraudes. A adoção do limite do Pix noturno também visa proteger os usuários de transações fraudulentas que possam ser realizadas durante a madrugada. 

Outro importante mecanismo de segurança implementado pelo Banco Central é o bloqueio cautelar, que pode ser utilizado pelos bancos em casos de suspeita de fraude. Nesses casos, a transação é bloqueada preventivamente, até que seja realizada uma análise mais detalhada do caso. Esse mecanismo é importante para prevenir fraudes e proteger os usuários de transações indevidas.

H2: Como evitar golpes do Pix?

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O Pix é uma forma de pagamento eletrônico que tem se popularizado bastante no Brasil. No entanto, como em qualquer forma de transação financeira, é preciso ficar atento aos golpes que podem ser aplicados utilizando o Pix. 

Segundo dados divulgados pelo Banco Central do Brasil, de novembro de 2020 a janeiro de 2022, foram registradas mais de 2,6 milhões de reclamações relacionadas ao Pix, sendo que cerca de 70% delas estavam relacionadas a fraudes.

Entre os golpes do Pix mais famosos estão o da falsificação do comprovante de pagamento, o do Pix Agendado e o golpe aplicado por meio do WhatsApp.

No golpe do comprovante falsificado, o criminoso envia um comprovante falso de pagamento para a vítima, que acredita ter recebido o valor combinado. Para evitar cair neste golpe, é importante verificar sempre a autenticidade do comprovante, checando o nome e o CPF/CNPJ do pagador e do recebedor, a data e o valor da transação. 

No golpe do Pix Agendado, o criminoso agenda um Pix para uma data futura e utiliza o comprovante de agendamento como se fosse o da realização da transferência. Para evitar cair neste golpe, é importante lembrar que as transações do Pix são imediatas, então dificilmente não cairão no ato da transferência. 

Além disso, aguardar que o valor caia em conta antes de liberar um produto, ou prestação de serviço, segue sendo a maneira mais eficaz de evitar golpes. 

Por fim, o golpe pelo WhatsApp consiste na clonagem do número do celular da vítima, que acaba enviando o código de segurança para o criminoso. Com acesso ao WhatsApp da vítima, o golpista pede dinheiro para contatos e realiza transações pelo Pix. Para evitar cair neste golpe, é importante ativar a autenticação em duas etapas do WhatsApp e não compartilhar códigos de segurança com desconhecidos.

A seguir, confira algumas formas de evitar esses golpes com a adoção de alguns cuidados simples como a utilização do Pix anônimo, autenticação de dois fatores e o não envio de dados pessoais para desconhecidos, confira: 

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H3: Use o Pix anônimo

Ao usar chaves Pix com CPF ou número de celular você pode estar expondo dados sensíveis. Por isso, sempre que possível, utilize a chave aleatória, também conhecida como Pix anônimo. 

A chave aleatória dá aos usuários a capacidade de realizar um pagamento mais discreto, que permite que o pagador, ou ao recebedor, consiga manter informações como CPF e telefone em sigilo e possui menos chances de sofrer algum tipo de golpe do Pix. 

Para utilizar a chave aleatória, basta seguir o passo a passo:

  • Baixe o RecargaPay
  • Na área do Pix, clique em “ver mais”
  • Selecione “Minhas chaves”
  • Clique em “Adicionar nova chave”
  • Clique em “Chave aleatória”
  • Confira os dados e confirme.
  • Pronto, agora basta compartilhar sua chave aleatória.

H3: Nunca envie dados pessoais para estranhos

A proteção de informações pessoais é fundamental para evitar golpes, principalmente no ambiente digital. Ao compartilhar informações como nome completo, CPF, endereço, e-mail, telefone, dados bancários, senhas, entre outros, o usuário pode estar fornecendo informações preciosas aos criminosos, que podem utilizar esses dados para aplicar golpes, como o do WhatsApp.

No golpe do WhatsApp, o criminoso se passa por um contato conhecido da vítima, utilizando informações pessoais que foram obtidas anteriormente. Na grande maioria, o golpista envia uma mensagem dizendo que precisa fazer uma transferência urgente e pedir para que a vítima realize a transação por meio do Pix, fornecendo um link com um QR Code falso.

Os bandidos também podem usar informações pessoais para roubar a identidade das vítimas, realizando compras em nome delas ou até mesmo abrindo contas em bancos, usando dados bancários e informações pessoais que foram obtidas previamente.

Para se proteger desses golpes, é importante evitar compartilhar informações pessoais com desconhecidos ou em sites e aplicativos que não são confiáveis. Além disso, desconfie de mensagens de pessoas que pedem dinheiro ou informações pessoais por meio do WhatsApp, mesmo que o contato pareça ser de confiança. 

Nunca clique em links suspeitos e sempre verifique a autenticidade das mensagens e comprovantes de pagamento antes de realizar uma transação e lembre-se: o sistema do Pix  é 100% seguro e a grande maioria dos golpes acontecem por descuido do usuário.

H3: Use autenticação de 2 fatores

A autenticação em dois fatores é uma camada extra de segurança que pode ser adicionada à conta bancária para proteger ainda mais as transações realizadas pelo Pix. A autenticação em dois fatores requer que o usuário forneça duas formas diferentes de autenticação para confirmar sua identidade ao realizar uma transação pelo Pix, além da senha bancária. 

Isso ajuda a garantir que somente o proprietário da conta possa realizar transações. Para usar a autenticação em dois fatores do Pix, o usuário deve ativar essa opção em sua conta bancária no dispositivo em que costuma realizar transações financeiras. Geralmente, é possível configurar a autenticação em dois fatores por meio de um aplicativo bancário ou pelo internet banking do seu banco.

Na grande maioria dos casos, essa segunda forma de autenticação pode ser um código enviado por mensagem de texto (SMS), um token gerado por um aplicativo de autenticação ou até mesmo a biometria, como a impressão digital. Isso torna mais difícil para os criminosos obterem acesso à conta bancária e realizarem transações não autorizadas.

H2: Outra pessoa pode utilizar minha chave Pix?

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É importante destacar que não é possível que outra pessoa utilize a sua chave Pix, já que cada chave está vinculada a uma única conta bancária. Ou seja, não é possível cadastrar a mesma chave em duas contas distintas.

As chaves Pix aceitas no momento são:

  • CPF/CNPJ
  • E-mail
  • Número de telefone celular
  • Chave aleatória

A chave aleatória é a mais segura para ser usada, já que ela é gerada automaticamente pelo sistema e não está diretamente ligada a informações pessoais do usuário, como CPF, e-mail ou número de telefone. A chave aleatória dificulta ainda mais a ação de possíveis fraudadores, pois não fornece informações que possam ser facilmente obtidas por meio de outras fontes.

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H2:Conclusão

A utilização do Pix tem se popularizado cada vez mais no Brasil, oferecendo uma opção rápida e prática para a realização de transações financeiras. Embora se trate de um sistema 100% seguro, com o aumento das transações via Pix, cresceram também os casos de fraudes e golpes, o que torna imprescindível que os usuários tomem medidas de segurança para proteger suas transações.

Dentre as principais medidas de segurança, destaca-se a importância de não compartilhar informações pessoais, como CPF, senhas e dados bancários, com terceiros e verificar sempre as informações antes de realizar uma transação. Além disso, a autenticação em dois fatores e a utilização da chave aleatória também são medidas importantes para garantir a segurança das transações.

Por fim, é importante ressaltar que, apesar dos golpes e fraudes envolvendo o Pix, o sistema em si é seguro e os casos de fraudes e golpes acontecem, em grande maioria, por descuido do usuário, o que reforça a necessidade de estar sempre atento às medidas de segurança. Assim, ao seguir essas recomendações, os usuários podem aproveitar a praticidade oferecida pelo Pix de forma mais segura e tranquila.